CRIME BÁRBARO

Assassino mostra localização de tronco de mulher esquartejada no DF

Homem indicou o local onde parte do cadáver estava enterrado no último dia 17 de março

Assassino mostra localização de tronco de mulher esquartejada no DF
Assassino mostra localização de tronco de mulher esquartejada no DF (Foto: Reprodução)

Um dos suspeitos de matar e esquartejar Thalita Marques Berquó Ramos, 36 anos – após a mulher reclamar a respeito da qualidade da droga vendida pelos investigados -, levou à equipe da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) ao tronco dela, em um parque do Guará. O homem indicou o local onde parte do cadáver estava enterrado no último dia 17 de março, mas a informação foi divulgada nesta semana.

PCDF prendeu dois suspeitos de matar Thalita, um adulto e um adolescente, sendo este último detido na noite de quinta-feira (27). Um segundo menor está foragido – os envolvidos têm 36, 15 e 17 anos. A cabeça e uma das pernas foram encontradas em uma Estação de Tratamento de Esgoto da Companhia Ambiental de Saneamento do DF (Caesb) em 14 de janeiro deste ano. Já a identidade da vítima foi confirmada em 13 de fevereiro.

Conforme a investigação, Thalita foi submetida a agressões brutais antes de ser assassinada. Ela pode ter sido espancada e, em seguida, degolada e esquartejada. A mulher teria ido a um local de invasão para comprar drogas. “Neste momento, ela é levada pelos suspeitos para a beira de um córrego e deixou o celular com eles para o pagamento dos entorpecentes. Ela usa a droga e, em determinado momento, pede o celular de volta. Há um desentendimento entre eles e resolvem matá-la”, explicou o delegado ao jornal Correio Braziliense.

Conforme a polícia, as primeiras partes do corpo de Thalita foram encontradas por um funcionário da Caesb. A cabeça tinha seis perfurações feitas a faca, além de um hematoma que pode ter sido causado por uma pedra. No dia seguinte, a outra perna foi encontrada no mesmo local. Por fim, em 17 de março, o tronco foi localizado enterrado em uma área de mata na cidade-satélite de Guará.

Sobre o adulto de 36 anos, ele estava estava preso no Complexo Penitenciário da Papuda em razão de um homicídio cometido em dezembro. O mandado de prisão foi cumprido nove dias após a morte de Thalita.